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Diablo: Ranking dos Melhores Jogos da Franquia de RPG de Ação

Best Diablo Games

Desde o lançamento do primeiro título em 1997, a série Diablo tem cativado jogadores ao redor do mundo com sua imersão em um mundo sombrio, repleto de demônios e heróis. Os melhores jogos Diablo transportam os jogadores para Santuário, um reino complexo situado entre os Altos Céus e os Infernos Ardentes, onde anjos e demônios travam uma guerra eterna, e o destino da humanidade está sempre em jogo. A rica narrativa e o combate envolvente são marcas registradas da franquia, criada pela Blizzard Entertainment, que soube construir um universo épico com uma lore profunda e um gameplay viciante.

A popularidade dos jogos Diablo reside em suas mecânicas de jogo primorosas, ambientes detalhados e um sistema de rejogabilidade que recompensa a exploração em dificuldades crescentes. A emoção de caçar o próprio Diabo e suas hordas é incomparável, impulsionada por um sistema de loot que mantém os jogadores sempre em busca da próxima melhoria. Embora alguns títulos ao longo das últimas décadas tenham enfrentado desafios, outros prosperaram, estabelecendo a série como um marco no gênero hack and slash e influenciando incontáveis outros jogos que se seguiram.

A Evolução Contínua da Franquia Diablo

A Blizzard Entertainment tem um histórico de aprimoramento constante em seus jogos Diablo, incorporando feedback dos fãs e adicionando recursos que enriquecem a experiência. Essa dedicação à evolução é evidente nas atualizações e expansões que, ao longo do tempo, refinaram a jogabilidade e os gráficos. A capacidade de ouvir a comunidade e ajustar o curso, mesmo após lançamentos conturbados, é um testemunho da paixão da Blizzard pela série.

O desenvolvimento dos jogos, que abrange títulos independentes, expansões e ports para diversas plataformas, oferece um vasto universo para os fãs explorarem. Cada iteração da série busca manter a essência do combate visceral e da busca por itens, ao mesmo tempo em que introduz inovações que mantêm a franquia relevante e empolgante para novas e antigas gerações de jogadores. Essa jornada através dos anos nos mostra por que Diablo continua sendo o ponto de referência para o rastreamento de masmorras estilo hack-and-slash.

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Diablo Immortal: A Adaptação Mobile e Suas Controvérsias

Anunciado com certa polêmica na BlizzCon 2018, Diablo: Immortal surpreendeu por sua capacidade de adaptar a essência de Diablo aos dispositivos móveis. O jogo apresenta animações fluidas e habilidades impactantes, com cada classe mantendo uma identidade única, além de um sistema de loot bem elaborado com armaduras detalhadas. A fluidez da experiência móvel foi um ponto alto para muitos jogadores, que puderam levar Santuário para qualquer lugar.

Apesar dos pontos positivos em termos de gameplay, Immortal foi amplamente criticado pelas suas agressivas microtransações, que o transformaram em um sistema de “pague para vencer” (pay-to-win). Essa abordagem gerou tanta controvérsia que o jogo foi banido em países como Holanda e Bélgica. Muitos fãs argumentam que o título seria melhor recebido se tivesse sido lançado com um preço fixo, em vez de depender de um modelo que prejudicou a experiência de jogo e a reputação da franquia.

Diablo 3: A Virada Após um Lançamento Conturbado

A expectativa em torno de Diablo 3 era imensa, após mais de uma década desde o lançamento do antecessor. Contudo, apesar de receber boas notas da crítica, o jogo não conseguiu corresponder às expectativas dos fãs. Muitos jogadores se depararam com o infame “Erro 37” logo no lançamento, impedindo o acesso ao jogo e gerando frustração generalizada. Além disso, a Casa de Leilões embutida no jogo, que permitia comprar e vender itens com dinheiro real, foi outro ponto de grande discórdia, pois muitos sentiram que era necessário gastar dinheiro para progredir.

Outras questões, como um sistema de loot considerado decepcionante, um desenvolvimento de personagem inicial pouco inspirado e visuais que não agradaram a todos, contribuíram para a recepção morna. Felizmente, Diablo 3 conseguiu reconquistar sua base de fãs com atualizações significativas, a introdução de novas classes de personagens, diversos patches de correção e, principalmente, expansões que transformaram completamente a experiência de jogo, mostrando a resiliência da Blizzard em aprimorar seus produtos.

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Diablo 3: Ascensão do Necromante – Solidificando a Experiência

Lançado em 2017, o pacote de conteúdo Diablo 3: Ascensão do Necromante foi a segunda expansão para Diablo 3, seguindo os passos de Reaper of Souls. Diferente de sua predecessora, que trouxe mudanças drásticas, Ascensão do Necromante adotou uma abordagem mais cautelosa, focando em aprimorar e expandir o que já funcionava. Seu principal destaque foi a introdução da classe Necromante, um favorito dos fãs que retornou com um conjunto de habilidades poderosas e sombrias.

Além da nova classe, a expansão adicionou zonas inéditas, como os Shrouded Moors, oferecendo diferentes desafios e recompensas para os jogadores explorarem. Embora alguns considerassem o Necromante ligeiramente desequilibrado no lançamento, essas adições foram bem recebidas, proporcionando nova profundidade e opções de gameplay. As mudanças foram incrementais, mas importantes para manter a vitalidade de Diablo 3, que já estava em uma fase de grande sucesso graças à expansão anterior.

Diablo 3: Reaper of Souls – A Redenção da Franquia

Reaper of Souls foi, sem dúvida, a redenção de Diablo 3, transformando uma experiência inicial problemática em um jogo aclamado. A Blizzard demonstrou ter aprendido com seus erros, descartando a controversa Casa de Leilões e implementando melhorias cruciais. A otimização na queda de itens (loot drops) foi uma das mudanças mais celebradas, tornando a busca por equipamentos mais recompensadora e menos dependente de compras externas. Essa expansão foi um passo fundamental para colocar Diablo 3 entre os melhores jogos Diablo.

A expansão também introduziu uma nova classe, o Cruzado, especializado em defesa e armas pesadas, que adicionou uma nova dimensão estratégica ao combate. Os gráficos foram visivelmente aprimorados e o design artístico de áreas como Westmarch foi elogiado, elevando a qualidade estética do jogo. Com todas essas melhorias, a vasta base de fãs de Diablo teve razões de sobra para retornar à franquia, desfrutando de uma experiência muito superior à versão base do jogo, consolidando Reaper of Souls como um divisor de águas.

Diablo 4: A Nova Geração em Santuário

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A recepção inicial de Diablo 4 durante sua fase Beta foi mista, mas o lançamento oficial provou ser um sucesso para a Blizzard. A empresa pareceu ter absorvido o feedback da comunidade e aprendido com os erros anteriores, resultando em um combate refinado, uma variedade robusta de opções de builds para cada classe e uma sólida base para um serviço contínuo. Os gráficos impressionantes de Diablo 4, que exploram um tom mais sombrio e gótico, também foram um destaque, contribuindo para a imersão.

No entanto, o jogo não esteve isento de críticas. Alguns jogadores acharam a história principal um tanto monótona, sentindo que a verdadeira diversão e profundidade do jogo só começam após a conclusão da campanha. Há também uma percepção de repetitividade em certas atividades, exigindo muitas horas de combate sem grandes variações. Apesar disso, Diablo 4 se posicionou como uma entrada sólida na franquia, não sendo o pior, mas talvez não o melhor, entre os melhores jogos Diablo.

Diablo: Hellfire – A Primeira Expansão Feita por Terceiros

  • Plataforma: PC
  • Lançado: 1997
  • Desenvolvedora: Synergistic Software

Surpreendentemente, Hellfire, a primeira expansão de Diablo, não foi desenvolvida pela Blizzard, mas sim pela Synergistic Software. Essa particularidade gerou preocupação entre os fãs sobre o futuro da franquia, mas os receios se dissiparam rapidamente, pois as mudanças implementadas não foram radicais. A expansão trouxe melhorias de qualidade de vida e recursos que otimizaram a experiência do Diablo original, tornando-o mais fluido.

Novos níveis e monstros foram introduzidos em Hellfire, mantendo a emoção da busca por loot e a sensação de progressão viva. Os fãs de Diablo adoravam ver seus personagens ficarem cada vez mais poderosos enquanto exploravam masmorras hostis. O ponto negativo, contudo, foi a ausência de um sistema multiplayer, algo presente no seu antecessor e que limitou a experiência de muitos que esperavam compartilhar as novidades em partidas online.

Diablo (Original): O Clássico que Definiu um Gênero

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O ano de 1997 marcou o início de tudo com o lançamento de Diablo. Poucos poderiam prever o impacto que este jogo teria na indústria. Embora diversos RPGs de ação já existissem, poucos se comparavam à originalidade e profundidade do primeiro Diablo. A capacidade de escolher entre diferentes classes de personagens e mergulhar na sombria cidade de Tristram, infestada por criaturas infernais, foi um grande atrativo, imortalizando o jogo entre os melhores jogos Diablo.

A trilha sonora atmosférica elevava a imersão a um novo patamar, e o sistema de loot viciante mantinha os jogadores dedicando incontáveis horas ao jogo. Naquela época, o multiplayer online ainda era uma novidade, e Diablo estava na vanguarda dessa revolução, permitindo que amigos explorassem masmorras juntos. Mesmo hoje, o jogo ainda se sustenta, embora, naturalmente, pareça um tanto arcaico em comparação com as edições mais recentes da série, mas sua importância histórica é inegável.

Diablo Versão PlayStation One: A Adaptação para Consoles

Dois anos após seu lançamento no PC, Diablo chegou ao PlayStation, tornando-se hoje um item de colecionador valorizado em sites de leilão. Embora não fosse perfeito, o port para PlayStation foi um esforço louvável para os consoles domésticos, apresentando algumas desvantagens em relação à versão de PC, mas também com seus próprios pontos fortes. A ausência de um modo online para jogadores de PS1 foi compensada pela adição de um modo cooperativo local para dois jogadores.

Essa funcionalidade transformou o jogo em uma experiência clássica de hack-and-slash estilo Gauntlet, proporcionando horas de diversão com um amigo. Havia tempos de carregamento mais longos e o uso de um cartão de memória no PS1 significava que ele encheria rapidamente, mas essas ressalvas são facilmente superadas ao jogar com um emulador. Além disso, a versão de console apresentou algumas diferenças visuais, como uma câmera fixa mais próxima que capturava melhor as animações dos personagens, e detalhes como reflexos na água e vida selvagem no céu, adicionando um charme próprio.

Diablo 3: Eternal Collection – A Experiência Completa

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Como mencionado anteriormente, Diablo 3 teve um lançamento controverso, mas foi drasticamente aprimorado com cada atualização e expansão. A Diablo 3: Eternal Collection reúne o jogo base, a expansão Reaper of Souls e o pacote Ascensão do Necromante, além de todas as melhorias e patches. A versão para Nintendo Switch, o port mais recente, inclusive inclui uma armadura exclusiva temática de The Legend of Zelda, baseada no vilão Ganondorf, funcionando excepcionalmente bem no dispositivo portátil e oferecendo uma jogabilidade agradável.

A ação hack-and-slash é rápida e fluida, com uma sensação arcade perfeita para telas pequenas e grandes. Apesar da aparente simplicidade, uma infinidade de modos de jogo e opções permite que os jogadores personalizem sua experiência. A maioria dos problemas de balanceamento de classes superpoderosas foi resolvida, tornando-a uma das melhores experiências Diablo modernas disponíveis. Embora os jogos Diablo sejam considerados essencialmente títulos de PC, os jogadores de console desfrutam de um modo cooperativo local para quatro pessoas, que se compara a jogos beat-em-ups ou até mesmo aos títulos da série Lego. O cooperativo com amigos e família adiciona longevidade a um jogo já vasto, repleto de recursos e conteúdo que pode durar muito tempo, solidificando seu lugar entre os melhores jogos Diablo.

Diablo 2: O Marco Inesquecível da Franquia

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Diablo 2 é um marco incrível para a franquia e é frequentemente citado como um dos melhores jogos Diablo, se não o melhor. Muitos de seus fãs mantiveram este RPG de ação vivo por anos, demonstrando uma lealdade notável. A Blizzard implementou diversas melhorias significativas neste jogo. Enquanto o primeiro título lançou as bases com poucos detalhes, Diablo 2 avançou, criando experiências mais inesquecíveis e expandindo o universo de Santuário de formas que cativaram a todos.

A sequência forneceu razões convincentes para o retorno do vilão principal, explorando uma narrativa mais profunda e complexa. O jogo desvendou um vasto mundo de aventura, enriquecido com uma lore fantástica e inédita que se aprofundava na mitologia do universo. O sistema de combate hack-and-slash foi redefinido e aprimorado, tornando cada encontro com demônios ainda mais visceral e recompensador, consolidando Diablo 2 como um pilar fundamental da série.

Diablo 2: Lord of Destruction – A Expansão Definitiva

Apesar de sua pontuação no Metacritic ser ligeiramente inferior ao jogo base, Diablo 2 é visto pelos fãs como a melhor sequência, e sua expansão, Lord of Destruction, é considerada a versão definitiva de Diablo 2. Muitos fãs acreditam que, sem esta expansão, Diablo 2 não teria mantido sua relevância por tanto tempo. Lord of Destruction trouxe uma conexão substancial entre a expansão Hellfire e o primeiro jogo, aprofundando a narrativa e o contexto da luta contra as forças do mal. Essa expansão é essencial para entender por que Diablo 2 se tornou um dos melhores jogos Diablo de todos os tempos.

Além da expansão da história, introduziu duas novas classes que se tornaram icônicas: o Druida e a Assassina. Ambas as classes apresentavam diferentes conjuntos de habilidades e itens exclusivos, oferecendo novas oportunidades para jogadores experientes e uma calorosa recepção para novatos. A fusão de classes antigas e novas foi uma inovação perfeita para a aventura, culminando com a introdução de Baal, o novo Senhor da Destruição. A complexidade e a riqueza de suas configurações garantiram que a base de fãs continuasse dedicando inúmeras horas ao jogo, cimentando seu legado.

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