Monthly Archives: março 2012



Num cenário de Guerra nas Estrelas, muita luta neste jogo”tipo” DOOM. Tudo para cumprir diversas missões!!!

A ação não pára um minuto. São missões difíceis e uma história empolgante, com efeitos incríveis e cenários maravilhosos.
Depois de muita expectativa, Dark Forces foi lançado,
apenas em CD-ROM, simultaneamente no Brasil e nos EUA, no mês de março de 1995.

Anunciado como a arma da produtora Lucas Arts para enfrentar O sucesso de jogos no estilo de Doom, o jogo tem uma estrutura  semelhante a desses games, mas o resultado final surpreende!  Desta vez não é só, como em Doom, sair atirando como um louco, matando monstros e recolhendo chaves (não que isso não seja divertido, é claro). Em Dark Forces
há um enredo mais claro, cada missão tem objetivos concretos, e a ação ganha uma pitada de suspense.

Aqui podemos ver todo o clima de Guerra das Estrelas, que consagrou a Lucas  Arts, Entre os cenários elaborados, com excelentes efeitos de cores e texturas, as missões são
verdadeiros desafios e, para completar, os efeitos sonoros dão um incrível tom de realismo: ouve-se o som da água nos rios e e até os guardas inimigos
conversando, alertando sobre sua aproximação.

A história baseia-se também na trilogia Guerra nas Estrelas, como um agente “freelancer”, o Comandante Katarn, o jogador, está a serviço das forças rebeldes, que lutaram contra o Império que pretende dominar a galáxia.

Mas Katarn trabalhou também há muito tempo atrás para o Império e conhece bem as estratégias de combate do inimigo. Mesmo assim não vai ser fácil cumprir a primeira missão: Roubar os planos secretos de Darth Vader, com um “cronograma” de ataques do Império e entregá-los aos Rebeldes…

Katarn não trabalha sozinho. Há uma equipe de apoio dos rebeldes que o auxilia em cada fase, apresentando dicas, mapas detalhados do local de ataque. Cada uma das 14 missões de Dark Forces tem objetivos específicos, que devem ser cumpridos na ordem certa. Geralmente é preciso acionar uma máquina, roubar documentos ou encontrar “vilões” importantes. Depois disso, e de acabar com os inimigos, é preciso ainda retornar à nave para “fugir” da fase.

A instalação do jogo era “bem simples”!

O próprio jogo propôe um disco de boot, vocÊ aceitava a sugestão, colocava um disquete no drive e o computador faria o resto. Para rodar era só colocar o
cd-rom no drive e começar a jogar….

Durante as fases, existem várias “cut scenes” (como eram chamados na época, não faço idéia se é assim até hoje!), pequenas animações que dão um certo charme ao jogo. Geralmente mostram lances da missão terminada, apresentando a rotina dos personagens da nave e as bases inimigas se preparando para o combate. Todas as animações já eram 3d.

Para desenvolver a tecnologia de modelagem das fases, inimigos e objetos de Dark Forces, a LucasArts reuniu uma equipe especial de programadores que criaram o “Jedi 3-D Technology”, um software desenvolvido para fazer o jogo propriamente dito. Com o novo software, os objetos podem ser criados realmente em três dimensões, proporcionando uma sensação de profundidade inovadora para a época. Há uma nave, por exemplo, que parece ter saído diretamente do Tie Fighter, toda em 3D, e colocada no Dark Forces apenas para enfeitar um hangar.

A mistura de texturas em 2D com objetos bem realistas foi muito bem feita. E os efeitos de luzes também impressionam pelo realismo. Um feixe de luz que entra por uma janela em um salão, por exemplo, realmente forma uma sombra que se projeta no chão. Entre outros recursos que o Jedi 3-D Tecnology dispõe, está o de simulação de diferentes tipos de atmosfera, que variam desde neblinas coloridas até a distorção de imagens, devido à distância de onde estão sendo observadas.

O  mais divertido em Dark Forces são as extensões de comandos para o personagem. Pela primeira vez, num game em primeira pessoa, podia-se olhar para baixo, para cima, saltar ou agachar. Quando se caminha sobre uma torre altíssima, a sensação de olhar para baixo é deliciosa e dava até aquele aquele friozinho na barriga! Além da emoção, é importante olhar para
cima e para baixo para acertar alvo mais altos ou abaixo do seu campo de visão normal.
Uma outra inovação em Dark Forces era o PDA (Personal Data Administrator), que facilita o acompanhamento das ações a serem realizadas, e pode ser consultado a qualquer hora. Pode-se conferir a porcentagem de passagens secretas descobertas em uma determinada fase, conferir o número de objetivos já conquistados, ou o mapa de uma fase. E quem estava acostumado com Doom estranhava muito o mapa de Dark Forces: ele é transparente e pode ser usado enquanto se joga. Chega de se perder em labirintos imensos!!!

Depois de vários atrasos no lançamento na época, devido a estrutura complexa de programação do jogo, os designers e programadores da Lucas Arts, que se aventuraram pela primeira vez em um game de ação em primeira pessoa, acertaram em cheio no alvo. O confronto entre o Império e os Rebeldes está ainda mais emocionante em Dark Forces.

 

 

Fanáticos do sangue, bem vindos à mais uma esmerada sessão de carnificina e violência: Doom II. Enquanto a primeira versão fez sua aparição nos consoles da Sega, depois chegando aos consoles SNES e até em versão pirata no Nintendinho, o PC é premiado com essa segunda versão.

Como desgraça pouca é bobagem, mais uma vez você tem de se virar de todo o jeito para conseguir escapar das  profundezas do inferno.

É a hora de pagar todos os seus pecados não confessados até hoje!!!

Novas armas foram adicionadas para ajudá-lo a se safar dessa missão religiosa.

Obviamente, encontrar as melhores armas não é uma tarefa nada fácil. Em cada fase há inúmeras passagens e corredores a serem explorados, só que nem todos são visíveis. Não espere moleza. Nesse hora, o radar é o seu melhor, e talvez o único, amigo. Olho vivo é o lema.

A cada  momento surgem grotescas criaturas que por algum motivo desconhecido não vão muito com a sua cara e não querem exatamente acariciá-lo.

Para resolver esse problema, você só tem uma saída: mandar chumbo grosso em todo esse mau
olhado. Os gráficos mantém a perspectiva em primeira pessoa no estilo Wolfenstein 3-D: o resultado, comprove você mesmo, é nota dez.

Tem alguma lembrança de quanto pesado é esse jogo para os padrões da época?

Afinal, não é todo o dia em que você vê uma caveira em chamas vindo em sua direção! Ou vários demoniozinhos correndo atrás de você e fazendo uns barulhos bem sinistros!!!

Segue aqui uma sequência bem ‘perturbada” do jogo….


Apresento  o Hyperkin SupaBoy, um genuíno SNES portátil, desenvolvido para que todos os fãs dos jogos do passado possam desfrutar dos melhores jogos de sua infância, com controles “de verdade”.

O produto está em fase de protótipo, logo, essa pode não ser a versão do hardware definitivo. Por enquanto, o produto integra uma tela de 3,5″ que não estará no modelo comercial, de modo que não dá para determinar qual é a resolução da tela definitiva, ou sua qualidade de imagem. O mesmo acontece com sua bateria de 1.500 mAh, que pode se transformar em uma unidade de 1.800 mAh ao ser lançado.

O modelo ainda é frágil na sua construção, como costumam ser os protótipos, e sua carcaça tem um slot para cartuchos originais da SNES, com pequenas abas laterais para evitar a perda de contato com a pequena placa interna. Os botões seguem o esquema original do controle do SNES, além de incluir entradas dianteiras para conectar os controles do produto.

A Hyperkin pensa em lançar o SupaBoy no final de 2011, com preço de US$ 79,99.

 

Quem guardou os cartuchos é que vai se dar bem!

 

 

 

 

 

 

Em se tratando desse gênero que marcou época, os jogos Beat ‘em up fizeram história. Com a certeza de uma aventura longa, pelo menos na questão da duração da sua ficha….Mas afinal, o que é o Beat ‘em up?

Beat ‘em up seria um termo mundial para os jogos de pura porrada em que você encara inimigos diversos em um ambiente side-scrolling e revolucionava porque levava em conta os 4 cantos da tela em um ambiente livre para ‘deitar’ todos os seus inimigos e chefes de fase na porrada.

 

Fizeram parte de muita infância e adolescência por aí, quando os fliperamas eram lotados de pessoas esperando a vez de jogar.

Mas quais seriam os destaques dessa época?

Muitos entendem deste gênero falando que vêm desde os jogos que se deslocam somente da esquerda para a direita. Mas eu mesmo levo em conta somente os que possuem mais liberdade para de deslocar a todos os lados, seja esquerda, direita, para cima ou para baixo.

 

Sendo assim, podemos começar com um grande destaque, lançado pela Taito e que fez história em 1989. Double Dragon!!!

Foi um dos primeiros grandes hits do gênero, os irmãos Billy e Jimmy estavam trancados na garagem e eis que a namorada dos dois leva um belo de um murro na barriga e é sequestrada por uma gangue de uma Nova Iorque pós apocalíptica.

Eles encaram ruas cheias de vândalos com facas, tacos de beisebol, mulheres com chicote e um ou outro gorila que surge por trás de paredes…muito bom.

Esse foi um dos primeiros grandes sucessos e era glorioso enfrentar o chefe final com uma trilha sonora empolgante!! Demais!

 

Double Dragon marcou história, fez fila, inovou quando acrescentou armas brancas e com um chefão empunhando uma metraladora gigante!

 

 

 

 

 

 

Um outro fenômeno que marcou história foi Final Fight!

Final Fight se passa  em Metro City, onde um ex-lutador profissional chamado Mike Haggar é eleito prefeito, prometendo lidar com os problemas criminais da cidade em sua campanha. A gangue Mad Gear, a organização criminosa dominante na cidade, sequestra a filha de Haggar dizendo que se ele não entregar o seu cargo, a sua filha, Jessica, irá sofrer as consequências. Contando com a ajuda de Cody, namorado de Jessica e um mestre em artes marciais, bem como um amigo de Cody, Guy um mestre em Ninjutsu, Haggar opta então a lutar pela sua filha em vez de entregar o seu cargo. Isso aí é o tipico ato de ir lá resolver….

O jogo mais uma vez inovava ao colocar armas brancas, e levadas às últimas consequências.

Você poderia usar facas, canos, espadas e até mesmo rebater um Cocktail Molotov contra os seus inimigos.

Foi precursor no uso da barra de energia que mostrava o quanto ainda faltava para matar o seu inimigo. E em caso de chefes, era preciso enfiar muita porrada até a energia sair do verde (ou seja lá que cor era aquela) para o amarelinho.

Esse jogo também foi um dos primeiros a serem conhecidos pela Censura. As personagens Roxy e Poison são transexuais na versão original japonesa, fato omitido na versão americana, e ainda por cima ao bater nelas não são contados os pontos! Nem para justificar auto defesa?

Dêem uma olhada nesse long play! O cara manda virando o jogo com o Guy! Eu só me garanto com o Cody e quero ver alguém fazer isso com o Haggar com 1 ficha só!

Agora, vocês lembram de Captain Commando?

O jogo fazia sucesso porque foi um dos que te davam a opção de usar veículos! e outra coisa muito legal era a possibilidade de jogar até 4 jogadores ao mesmo tempo! Imagine você saindo da escola em pleno ano de 1991 e acabar de frente a um jogo desses e mais uns amigos? Muito bom…

Ainda nessa época, Capitão Comando (para os íntimos aportuguesados…) já se destacava nos detalhes.

O personagem ninja chamado de Ginzu (exaustivamente chamado de Ginsu, as famosas facas do comercial da TV Manchete) possuia uma espada que, quando usava, finalizava os inimigos cortando-os ao meio.

Muitas foram as vezes também que o líder do grupo, o Captain Commando poderia também correr e dar um golpe mais forte, apertando o botão de saltar junto com o soco para usar um lança chamas embutido.

 

 

E para fechar….

O mais complexo e admirado por muito tempo! Cadillac and Dinosaurs!

A história é ambientada em 2513, depois de uma catástrofe ambiental que provocou um colapso na civilização no século XXI e o ressurgimento dos dinossauros.

Nesse jogo era esperado você enfrentar os mais diversos dinossauros já vistos em qualquer filme do Jurassic Park. De nada era estranho o subchefe da fase ser um T-REX e você dar conta dele com uma metralhadora!

Esse jogo foi o que aperfeiçoou  a corrida em que, durante ela, era possivel arremessar facas e granadas com mais força! Com destaque para as granadas que faziam seu oponente explodir!!!

Bom galera…ainda vai sair uma matéria falando dos beatup especiais para os clássicos com enredos medievais e afins!

E é isso galera!!! comentem!